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	<title>Athos Moura</title>
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		<title>Ossos quebrados na Europa</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 22:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Athos Moura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi lançado recentemente o documentário &#8220;Breaking Brazilian Bones In Europe Tour&#8221;, de Binho Miranda e Rogério Japonês, sobre a turnê europeia das bandas Merda e Leptospirose. O filme mostra fielmente como é viver de banda na Europa: shows em lugares pequenos e sujos, comida horrível, cerveja, dormir sentado na van, falta de banho, privada entupida, [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p><span></p>
<p style="text-align: justify;">Foi lançado recentemente o documentário &#8220;Breaking Brazilian Bones In Europe Tour&#8221;, de Binho Miranda e Rogério Japonês, sobre a turnê europeia das bandas Merda e Leptospirose. O filme mostra fielmente como é viver de banda na Europa: shows em lugares pequenos e sujos, comida horrível, cerveja, dormir sentado na van, falta de banho, privada entupida, gente feia e muita, muita diversão.</p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1242"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Parte das cenas do documentário foram descritas no livro Guitarra e Ossos Quebrados, de Quique Brown, vocalista do Leptospirose. Mas ver é bem diferente de ler. Uma das cenas que me fez morrer de rir, foi quando alguém (o rosto não aparece) pega o mapa da ALEMANHA e diz que para chegaram ao show precisam passar por uma BR.</p>
<p style="text-align: justify;">Breaking Brazilian além de ser divertido traz situações sérias, como o acidente que pos fiz na turnê e quase matou Fábio Mozine, vocalista e guitarrista do Merda. Umas imagens feitas em câmera digital mostram como o rapaz ficou. Ele anda de um lado para o outro com uns aparelhos de ferro. Coisa horrível.</p>
<p style="text-align: justify;">Os jovens hardcoreanos, que montaram bandas e acham que nesse meio todos são amigos, tudo mundo é brother só porque tem banda também, é bom assistirem o documentário e lerem o livro. Na hora do aperto, em que a gente precisa de um amigo de verdade, não é todo mundo que fica ao seu lado.</p>
<p style="text-align: justify;">O DVD é vendido por vinte reais através do email da Laja Rekords. Vale a pena.</p>


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		<title>Conheça Buenos Aires andando</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 23:50:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Athos Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Tudo bem que os táxis (no taxímetro) são muito baratos e é comodo andar de carro pra cima e pra baixo. Porém, para quem quer conhecer a cidade, a melhor coisa é andar com seus próprios pés. Pegue um mapa e gaste sola de sapato.   Compre um mapa e saia pelas ruas. Vejas as [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; margin: 0pt;"><span style="background-color: #ffffff; font-family: Calibri; font-weight: normal;"><span style="font-size: small;">Tudo bem que os táxis (no taxímetro) são muito baratos e é comodo andar de carro pra cima e pra baixo. Porém, para quem quer conhecer a cidade, a melhor coisa é andar com seus próprios pés. Pegue um mapa e gaste sola de sapato. </span></span></p>
<p style="text-align: justify; margin: 0pt;"><span style="background-color: #ffffff; font-family: Calibri; font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span id="more-1237"></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify; margin: 0pt;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify; margin: 0pt;"><span style="background-color: #ffffff; font-family: Calibri; font-weight: normal;"><span style="font-size: small;">Compre um mapa e saia pelas ruas. Vejas as praças que são muitas e belas. Você vai se surpreender ao saber que um lugar não é tão longe do outro. Aproveite para perceber as diferenças. Por exemplo na Av. Corrientes do lado mais “pobre” é possível ver um monte de camelôs na rua, é uma dificuldade incrível de caminhar. Quando você vai em direção ao Obelisco as coisas começam a ficar mais tranquilas. A Rua é mais limpa, apenas um pouco (Buenos Aires - pelo menos o Centro - é uma cidade muito suja). É possível caminhar e os camelôs não tem vez.</span></span></p>


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		<title>Gente esquisita</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 22:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Athos Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[argentina]]></category>
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		<description><![CDATA[A primeira impressão realmente não foi das melhores (a do taxista), mas isso foi mudando, devagar. Nos dois primeiros dias andei receoso pelas ruas. O Centro de Buenos Aires tem suas ruas muito sujas e umas pessoas bem estranhas. Acostumado com o ritmo dos brasileiros e os cuidados que tenho que tomar aqui no Rio [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; margin: 0pt;"><span style="background-color: #ffffff; font-family: Calibri; font-weight: normal;"><span style="font-size: small;">A primeira impressão realmente não foi das melhores (a do taxista), mas isso foi mudando, devagar. Nos dois primeiros dias andei receoso pelas ruas. O Centro de Buenos Aires tem suas ruas muito sujas e umas pessoas bem estranhas. Acostumado com o ritmo dos brasileiros e os cuidados que tenho que tomar aqui<span class="992071122-08062010"> no Rio de Janeiro,</span> estranhei o fato dos argentinos andarem bem colados à você. </span></span></p>
<p style="text-align: justify; margin: 0pt;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;"><span id="more-1232"></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify; margin: 0pt;"> </p>
<p style="text-align: justify; margin: 0pt;"><span style="background-color: #ffffff; font-family: Calibri; font-weight: normal;"><span style="font-size: small;">O que me espantou foi o fato do povo de Buenos Aires ter muita cultura, porém pouquíssima educação. Caso fosse preciso eles passavam por cima de você. Caso esteja atravessando a rua e o sinal abra, é melhor correr, senão vai acontecer um atropelamento.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; margin: 0pt;"> </p>
<p style="text-align: justify; margin: 0pt;"><span style="background-color: #ffffff; font-family: Calibri; font-weight: normal;"><span style="font-size: small;">Nos bairros mais elitizados como Porto Madera e Recoleta, as pessoas tem um pouco mais de educação e o ritmo é mais devagar.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; margin: 0pt;"> </p>
<p style="text-align: justify; margin: 0pt;"><span style="background-color: #ffffff; font-family: Calibri; font-weight: normal;"><span style="font-size: small;">Outro fato que me chamou atenção foi o pouco cuidado que eles tem com a boca. Muita gente não tem os dentes. A quantidade de pessoas que vi sem dentes é impressionante. E quem não está banguela ainda<span class="992071122-08062010">,</span> está prestes a ficar. Muitos dentes amarelos. Talvez isso se deva ao fato de lá todo mundo fumar. Cigarro parece ser unanimidade entre os argentinos. Desde muito jovens eles dão seus tragos.</span></span></p>


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		<title>Câmbio</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 15:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Athos Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[argentina]]></category>
		<category><![CDATA[câmbio]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando saí do Brasil todos me falaram que eu ia me fazer nas compras por causa do câmbio favorável. Sinceramente não vi nada disso. Realmente o real vale mais do que o peso, porém o custo de vida na Argentina não está dos mais baratos. O que aqui custa x, lá custa 2x, então no [...]


Veja também:<ol>-<a href='http://www.athosmoura.com/2010/06/taxista-maldito/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Taxista maldito'>Taxista maldito</a><br/>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando saí do Brasil todos me falaram que eu ia me fazer nas compras por causa do câmbio favorável. Sinceramente não vi nada disso. Realmente o real vale mais do que o peso, porém o custo de vida na Argentina não está dos mais baratos. O que aqui custa x, lá custa 2x, então no geral é a mesma coisa. Apenas cerveja que é muito barato. E alfajor também.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1223"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A maior parte das casas de câmbio estava trocando um real por dois Pesos. Evite trocar dinheiro no aeroporto, lá é onde tem os piores valores. Cheguei a trocar um real por dois pesos e dez centavos em um banco na Rua Florida.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa rua, que é uma espécie de calçadão com muitas galerias, lojas e camelôs (principalmente durante a noite), tem muitas casas de câmbio. E também muitas pessoas na rua te oferecendo valores muitos bons pela troca de dinheiro. Mais uma vez cuidado. Atualmente na Argentina existe uma onda de notas falsas. Em qualquer casa de câmbio regular que você vá, eles te entregam um informativo avisando sobre esse problema e quais precauções tomar. Para quem não é local e não conheces o dinheiro deles, é melhor perder alguns centavos na transação e realmente ter notas verdadeiras do que se aventurar com essas pessoas.</p>


<p>Veja também:<ol>-<a href='http://www.athosmoura.com/2010/06/taxista-maldito/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Taxista maldito'>Taxista maldito</a><br/>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>CBF, Mugabe e a vergonha</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 15:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Athos Moura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jogo entre Brasil e Zimbábue, em Harare, capital da adversária brasileira, nem terminou e já estou escrevendo esse post. Na verdade não quero comentar sobre o jogo &#8211; até o momento estamos vencendo por 3 a 0 -, mas sim sobre a furada que a CBF se meteu.    A seleção brasileira recebeu 1.8 [...]


No related posts.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p><span></p>
<p style="text-align: justify;">O jogo entre Brasil e Zimbábue, em Harare, capital da adversária brasileira, nem terminou e já estou escrevendo esse post. Na verdade não quero comentar sobre o jogo &#8211; até o momento estamos vencendo por 3 a 0 -, mas sim sobre a furada que a CBF se meteu. </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1226"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A seleção brasileira recebeu 1.8 milhão de reais para participar dessa partida, paga por empresas do Zimbábue &#8211; e também pelo governo. O Zimbábue é um dos países mais pobres do mundo, tem inflação extraordinária e os números atuais dizem que 88% da população, de 12milhões de pessoas, está sem emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas porque a furada? Cada um sabe o que fazer com seu dinheiro, certo? A furada veio em o Brasil aceitar ser convidado de luxo em uma propaganda de governo ditatorial. Robert Mugabe comanda o Zimbábue há 30 anos com mãos de ferro. Atualmente ele é considerado o pior chefe de estado do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a execução dos hinos nacionais, Mugabe esteve entre os jogadores e foi a grande estrela. A transmissão da TV local só mostrou o ditador, que já disse frases como: &#8220;Me chamam de Hitler negro. Esse Hitler tem só um objetivo &#8211; justiça para s<span lang="PT-BR">ania, reconhecimendo da independência e do direito sobre seus recursos. Se isso é Hitler… quero ser Hitler dez vezes&#8221;. Veja outras frases marcantes do ditador em um post de <a href="http://colunas.globoesporte.com/gustavopoli/2010/06/02/mugabe-e-os-alienigenas">Gustavo Poli no blog Coluna Dois.</a></span></p>
<div></div>
<div><span lang="PT-BR"></span></div>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"></p>
<p style="text-align: justify;">O ditador usou o amistoso como uma forma de promover a sua ditadura. De acordo com ele, não existe ditadura nenhuma, e que eleições são realizadas. Porém, tais pleitos eleitorais sempre são suspensos quando ele perde. E só valem quando o resultado é favorável a si. O que leva as eleições a serem adiadas inúmeras vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">O jornal O Globo de ontem, no caderno de esportes, trouxe uma reportagem de Marceu Vieira sobre imigrantes do Zimbábue, e que atualmente vivem na África do Sul. Segundo os relatos, é melhor morar em uma favela como as de Soweto, sofrendo discriminação, do que viver no Zimbábue na ditadura de Mugabe. Um dos entrevistados disse: &#8220;é melhor viver na favela aqui do que no Zimbábue. Lá nós não vivíamos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A Copa ser na África do Sul e nossa seleção já estar lá, requeria um adversário nas proximidades. Nada contra o Brasil disputar um jogo no país. A população de lá merece, é sofrida. Ter um pouco de entretenimento, um motivo para sorrir, é justo. Mas esse povo não vai ver o jogo. Como um cidadão que sobrevive com menos de dois reais por dia vai pagar 10 dólares para entrar no estádio?</p>
<p style="text-align: justify;">O que não precisava era a CBF ter aceitado ser papagaio de pirata em uma tentativa de legitimar uma ditadura. O esporte não foi feito pra isso.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>


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		<title>Taxista maldito</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 15:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Athos Moura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Assim que se cheguei no aeroporto de Buenos Aires você me senti intimidado. Um mar de taxistas vieram na minha direção oferecendo seus serviços. Mas não fui cauteloso e não me atentei aos inúmeros avisos que estavam na minha frente. Dentro do aeroporto existem vários cartazes pedindo que tomem cuidados com os táxis que não [...]


Veja também:<ol>-<a href='http://www.athosmoura.com/2010/06/cambio/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Câmbio'>Câmbio</a><br/>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: small;"><span style="background: none transparent scroll repeat 0% 0%;"><span style="font-size: x-small;">Assim que se cheguei no aeroporto de Buenos Aires você me senti intimidado. Um mar de taxistas vieram na minha direção oferecendo seus serviços.</span></span></span></span></span></p>
<div><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: small;"></span></span></span></div>
<div><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: small;"><span style="background: none transparent scroll repeat 0% 0%;"><span style="font-size: x-small;"><span id="more-1213"></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: small;"></span></span></span></div>
<div><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;"></span></span></div>
<div><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: small;"><span style="background: none transparent scroll repeat 0% 0%;"><span style="font-size: x-small;">Mas não fui cauteloso e não me atentei aos inúmeros avisos que estavam na minha frente. Dentro do aeroporto existem vários cartazes pedindo que tomem cuidados com os táxis que não são oficiais. E que se tomem apenas os táxis de companhia, como o da foto abaixo.</span></span></span></span></span></div>
<div><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: small;"></span></span></span></div>
<div><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: small;"><span style="background: none transparent scroll repeat 0% 0%;"></span></span></span></span></div>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: small;"><span style="background: none transparent scroll repeat 0% 0%;"><span style="font-size: x-small;"></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1214" title="taxis" src="http://www.athosmoura.com/wp-content/uploads/2010/06/taxis-300x225.jpg" alt="taxis 300x225 Taxista maldito" width="300" height="225" /></p>
<p>Cai na besteira de negociar preço com um taxista. Saí do Brasil com a informação de que a corrida do aeroporto até o centro da cidade &#8211; uma distância muito grande, cerca de 40 km &#8211; não sairia por menos de 90 pesos. O pessoal do hostel que me hospedei me cobrou 120 pesos pela corrida. E combinei a corrida com o taxista por 98 pesos.</p>
<p>Eis que quando chego no destino tenho uma surpresa. O hermano hijo de una puta, quis me cobrar 198 pesos, e alegou que não compreendi muito bem o seu espanhol. Argumentei que não, meu espanhol era fluente e muito bom (mentira), e que ele estava tentando me enganar. Ele insistiu. Entao falei que iria chamar o pessoal do hostel e também a polícia. Ele aceitou os 98 pesos e foi embora com uma cara de poucos amigos.</p>
<p>A primeira impressão já não foi boa. Sai do táxi pensandoo: argentinos malditos. Por que to aqui e não no Chile?</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></span></span></span></p>


<p>Veja também:<ol>-<a href='http://www.athosmoura.com/2010/06/cambio/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Câmbio'>Câmbio</a><br/>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Senhores passageiros</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 02:47:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Athos Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[argentina]]></category>
		<category><![CDATA[uruguai]]></category>

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		<description><![CDATA[No final do ano passado embarquei para Argentina e Uruguai. Fiquei 10 dias viajando. Minha primeira viagem internacional. A partir de amanhã vou postar aqui no blog algumas histórias, opiniões e impressões que tive sobre os países durante a viagem. E também, como um rapaz sozinho e com quase nenhum dinheiro no bolso conseguiu se virar. No [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No final do ano passado embarquei para Argentina e Uruguai. Fiquei 10 dias viajando. Minha primeira viagem internacional. A partir de amanhã vou postar aqui no blog algumas histórias, opiniões e impressões que tive sobre os países durante a viagem. E também, como um rapaz sozinho e com quase nenhum dinheiro no bolso conseguiu se virar.</p>


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		<title>Conheça o Rio de Janeiro Hardcore dos anos 90/00</title>
		<link>http://www.athosmoura.com/2010/04/conheca-o-rio-de-janeiro-hardcore-dos-anos-9000/</link>
		<comments>http://www.athosmoura.com/2010/04/conheca-o-rio-de-janeiro-hardcore-dos-anos-9000/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 08:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Athos Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[década de 90]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de janeiro hardcore]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma iniciativa de um usuário da comunidade Rio de Janeiro Hardcore no Orkut trouxe de volta um pouco do hardcore dos anos 90/00. Bruno Neri postou link&#8217;s para download de várias demotapes e discos de bandas cariocas de ambas as décadas. Outros usuários &#8211; alguns ex-membros de bandas &#8211; se aderiram ao post e incluíram [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma iniciativa de um usuário da comunidade Rio de Janeiro Hardcore no Orkut trouxe de volta um pouco do hardcore dos anos 90/00. Bruno Neri postou link&#8217;s para download de várias demotapes e discos de bandas cariocas de ambas as décadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1207"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Outros usuários &#8211; alguns ex-membros de bandas &#8211; se aderiram ao post e incluíram link&#8217;s de bandas que já fizeram parte ou que ainda fazem. Algumas bandas disponíveis são:  Speak Clear, Barneys, Cabeça, Poindexter, Sex Noise, Ack e Serial Killer.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma ótima oportunidade para relembrar a época ou até mesmo conhecê-la. As décadas de 90 e 00 foram ativas para o Hardcore do Rio de Janeiro. Quem viveu esses anos tem saudades e quem ainda não estava envolvido se lamenta por não ter sentido na pele a sensação de uma cena viva.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=1111665&amp;tid=5454806747529334570&amp;na=1&amp;nst=1" target="_blank">Clique aqui para ler o post</a>.</p>


<p>No related posts.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Vinil pode ser tocado na própria embalagem</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 02:08:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Athos Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[vinil]]></category>
		<category><![CDATA[vitrola]]></category>

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		<description><![CDATA[Você é uma pessoa queria ouvir uns vinis, mas não tem vitrola? Alegre-se, a Época Negócios fez uma matéria que fará um sorriso se abrir em seu rosto. Uma empresa criou uma capa para os vinis que é a prórpia vitrola. Ou seja, a capa é uma vitrola. Leia a íntegra da matéria abaixo. &#8220;Uma [...]


Veja também:<ol>-<a href='http://www.athosmoura.com/2010/01/fabrica-de-vinil-polysom-comeca-a-funcionar-esse-mes/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Fábrica de vinil, Polysom, começa a funcionar esse mês'>Fábrica de vinil, Polysom, começa a funcionar esse mês</a><br/>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você é uma pessoa queria ouvir uns vinis, mas não tem vitrola? Alegre-se, a Época Negócios fez uma matéria que fará um sorriso se abrir em seu rosto. Uma empresa criou uma capa para os vinis que é a prórpia vitrola. Ou seja, a capa é uma vitrola. Leia a íntegra da matéria abaixo.</p>
<p><span id="more-1195"></span></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Uma empresa de design especializada em aparelhos de som inventou uma embalagem para disco que faz com que o vinil dispense a vitrola.</p>
<p style="text-align: justify;">A GGRP inventou uma embalagem que toca o disco que ela própria abriga. Funciona assim: feita de papelão, a embalagem vem com uma agulha acoplada que, quando fechada, mantém-se longe do vinil, para que ele não seja riscado.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.athosmoura.com/wp-content/uploads/2010/03/vinil-1.jpg" rel="lightbox[1195]"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1196" title="vinil-1" src="http://www.athosmoura.com/wp-content/uploads/2010/03/vinil-1-150x150.jpg" alt="vinil 1 150x150 Vinil pode ser tocado na própria embalagem" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ao abrir a embalagem, ela é “estendida” e a agulha encosta no vinil, como em um rádio. O suporte mantém a parte de baixo do disco longe do papelão, permitindo a rotação.</p>
<p style="text-align: justify;">O ouvinte é que deve fazer este trabalho de girar o vinil e a sugestão é que um lápis colocado na parte central do disco ajude nesta tarefa. A agulha “lê” as músicas e os sons são vibrações amplificadas pela própria caixa de papelão.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia é que os músicos que ainda lançam discos comecem a utilizar estas embalagens para que seus fãs ouçam suas músicas na hora da compra&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.athosmoura.com/wp-content/uploads/2010/03/vinil-2.jpg" rel="lightbox[1195]"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1197" title="vinil-2" src="http://www.athosmoura.com/wp-content/uploads/2010/03/vinil-2-150x150.jpg" alt="vinil 2 150x150 Vinil pode ser tocado na própria embalagem" width="150" height="150" /></a></p>


<p>Veja também:<ol>-<a href='http://www.athosmoura.com/2010/01/fabrica-de-vinil-polysom-comeca-a-funcionar-esse-mes/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Fábrica de vinil, Polysom, começa a funcionar esse mês'>Fábrica de vinil, Polysom, começa a funcionar esse mês</a><br/>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Municipal Waste no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 23:35:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Athos Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Municipal Waste]]></category>

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		<description><![CDATA[Nada foi capaz de segurar o Municipal Waste no Rio de Janeiro. A chuva torrencial que desmontou o palco onde o Guns and Roses tocaria, que derrubou árvores, alagou ruas e causou inúmeros outros transtornos na cidade, só serviu para colocar os roqueiros para dentro da casa. Poucos roqueiros diga-se de passagem.   A primeria [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Arial;"><span class="215551822-17032010">Nada foi capaz de segurar o Municipal Waste no Rio de Janeiro. A chuva torrencial que desmontou o palco onde o Guns and Roses tocaria, que derrubou árvores, alagou ruas e causou inúmeros outros transtornos na cidade, só serviu para colocar os roqueiros para dentro da casa. Poucos roqueiros diga-se de passagem. </span></span></div>
<p><span id="more-1193"></span> </p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Arial;"><span class="215551822-17032010">A primeria banda da noite não se aprensentou, após ler o flyer eu descobri que se chamava Destrutor. Logo no início do show, uma das cordas da guitarra do vocalista arrebentou. E o show ficou parado por muito tempo por causa disso. A banda mostrou ser muito iniciante. O vocalista parecia não entender que fazia parte de uma banda de Thrash Metal e não um grupo punk. Além de exagerar nos gritos agudos, aqueles clichês &#8220;metaaaaaaaaaaal&#8221;. A bateria era reta, sem variações, e a baixista não acompanhava o ritmo do resto da banda.</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Arial;"></span> </div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Arial;"><span class="215551822-17032010">A baixa qualidade da banda de abertura em um show importante como o do Municipal Waste, talvez deva-se ao Pay to Play. Em uma discussão no Orkut, um dos organizadores do show disse que por ordem da produtora que trouxe os americanos para o Brasil, as bandas de abertura deveriam pagar para tocar. Mas a presença desta banda proporcionou um fato muito engraçado. Um sujeito do público, inconformado com a demora para o vocalista afinar a corda de sua guitarra que havia arrebentado, jogou a guitarra em cima do mesmo e disparou:</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Arial;"></span> </div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Arial;"><span class="215551822-17032010">- Toca essa porra direito, caralho.</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Arial;"></span> </div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Arial;"><span class="215551822-17032010">A segunda banda foi o Canilive. O som da banda estava muito alto. Mas a qualidade sonora já aumentou significativamente. Apesar dos integrantes da banda serem ótimos músicas, as suas composições eram repetitivas e em certo momento o show chegou a ficar monótono. O vocalista era muito bom. As músicas com vocal gutural foram muito bem executadas por ele. A banda finalizou o show com uma versão de uma música do Hatebreed.</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Arial;"></span> </div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Arial;"><span class="215551822-17032010">De Curitiba veio a última banda de abertura, o Choke. Uma banda de esquerda em que todas as suas músicas tinha engajamento político. Porém não trouxeram muitas novidades. A banda tinha boa presença de palco. O som também estava bem equalizado. Foi a primeira banda em que se deu para ouvir o baixo claramente. </span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Arial;"></span> </div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Arial;"><span class="215551822-17032010">Eis que foi chegada a tão aguardada hora. O show do Municipal Waste poderia ser resumido em uma palavra: sensacional. Os cerca de 300 presentes foram a loucura. Menos um mané ou outro que reclamava pelo fato de o vocalista estar usando uma camisa do Violator. Mas, dois minutos depois os mesmos estavam no circle pit rodando, rodando e rodando. </span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Arial;"></span> </div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; font-family: Arial;"><span class="215551822-17032010">Uma apresentação impecável, esse foi o primeiro show do Municipal Waste no Rio de Janeiro. A sensação é que eles não demorem para voltar.</span></span></div>


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