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* Confronto faz show em SP
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* Novidades do Nitrominds
* Repúdio na Doll Mag
* Line up do Wacken Open Air
* Novo do Rise Against
* Documentário do Ozzy
* Game do Iron Maiden
* Virada Cultural agora no Rio de Janeiro
* Novos sons do Malni
* Diário de Palco no site da MTV
Sim, encarei. A Virada Cultural na Cidade de São Paulo aconteceu pelo 5º ano consecutivo mas essa foi a minha estreia no evento.
Uma observação antes de tudo: estavámos (fotógrafo e eu) devidamente credenciados como vários outros veículos e estudantes de jornalismo mas, um dia antes, mesmo após a confirmação, a assessoria nos informou que a Prefeitura pediu para cortar todas as credenciais e só autorizar os grandes veículos (os de sempre que todo mundo sabe). Apesar das inúmeras desculpas, sabemos que as assessorias não tem muito controle mesmo sobre cotas e veículos, é um grande impasse selecionar. Mas daí a gente sempre perde espaço para os mesmos. Vamos lá, rock se faz na raça e ainda mais uma cobertura como essa. Selecionei fotos e vídeos que vão dar uma ideia do que foi encarar quase 14 horas de Virada.
Numa programação tão extensa e variada, a ideia era acompanhar alguns dos shows que rolaram no palco rock na Praça da República e ver Dead Fish no CEU Aricanduva. Como era de esperar, muitas coisas surpreenderam e mudaram a pré-programação.
Como infelizmente perdi a abertura com o John Lord , fui direto para a República esperar pelo aguardado show do Camisa de Vênus. Mas as surpresas já começaram antes de chegar no Centro porque devido as obras de expansão do metrô, a Praça está parcialmente interditada e a sabe-se lá porque a estação simplesmente ficou fechada e causou um certo transtorno para quem queria chegar ao Centro e também para quem continuaria até o final da linha, e que não tinha nada a ver com a Virada.
Muita, muita, muita gente em todos os cantos e lugares, impossível não esbarrar em alguém. Uma maratona para chegar até a Praça e conseguir mais ou menos um lugar para tentar ver alguma coisa. O palco era baixo e a única que dava para ver mesmo era o teto com a faixa enorme escrita Virada Cultural em verde. Se não dava para ver nitidamente a banda o que distraia era o que acontecia em volta. Muitos modernos misturados com famílias, grávidas e crianças, e seres que pareciam saídos de uma máquina do tempo, desde metaleiro anos 80 fã de rock farofa, até rockabilly de topete, era uma mistura sem fim de visuais. Mas as previsões de garoa e frio estavam erradas, a noite começa agradável e ficou assim até o início da madrugada.
Dia 2 de maio, 22 horas. Começa a cobertura.
Muitas câmeras amadoras e profissionais tentando registrar. Banheiro químico “estacionado” era a atração a parte, já que o excesso de gente em cima do coitado fez o teto de algumas cabines estouraram fazendo as pessoas cairem na privada que sabe-se lá Deus como estava o estado.
Em termos de estrutura de alimentação e banheiros públicos, não houve o que reclamar: nos arredores muitos bares, restaurantes e padarias ficaram funcionando senão 24hs, mas boa parte da Virada o que, lógico, movimenta a economia local além fazer ambulantes, hotéis, lanhouse e tudo que cerca essa estrutura funcionar e faturar. Muito policiamento e ambulâncias circulando por todos os pontos, mas não se soube de ocorrências graves, a não ser eu, particularmente, saber de amigos fotógrafos que tiveram equipamentos roubados ou tiveram dedos quase quebrados por esbarrar em grupo de ignorantes.
O Joelho de Porco entrou no palco animadíssimo e raríssimas pessoas conheciam o som, o ponto era estratégico para circular e garantir espaço para ouvir o Camisa já que sem telões, ver era quase impossível a não ser que você encarasse subir numa árvore, subir em alguma estrutura, em cima da banca de jornal ou se aventurar em cima do banheiro químico.
Mas o som nessa hora estava muito ruim e sem caixas espalhadas em pontos da praça como aconteceu nas atrações da Praça do Patriarca, quase não chegava lá atrás, então se ouvia muito pouco do show. Uma pena já que os caras são muito engraçados, todos vestidos de terno e gravata borboleta. O ponto alto foi “México Lindo” que, quem conhecia, cantou o refrão. Um trechinho do show aqui.
No quesito horário, as atrações estavam pontuais e por vezes até adiantadas do programado. Ponto positivo para a organização. Isso fazia com que quem estava indo de um ponto a outro para curtir conseguiu ver sem problemas de atrasos ou alterações.
Enquanto o Nasi (ex-vocal do Ira!) agitava o palco Raul (programação especial só de Raul Seixas em comemoração aos 20 anos sem o maluco na Terra), era a vez do Wando receber uma tonelada de calcinhas voando em sua direção. Ares de parada gay como disse alguém já que além das tiazinhas e canalhas, muitos casais homos também fizeram parte da platéia. O palco do Arouche só exibiu os clássicos desse naipe e foi um dos que mais recebeu gente, claro. Reginaldo Rossi, Benito di Paula e Odair José arrastam multidões.
Era a vez do Camisa, lindo no palco abrindo com “Simca Chambord”. A banda, apesar de não oficialmente ter decretado seu fim, há muito não se reunia para tocar. E essa foi uma das gratas surpresas dessa Virada. Com Ivan Busic (do Dr. Sin na bateria), Robério Santana (Baixo), Karl Franz Hummel (guitarra base), Luiz Carllini (guitarrista, que já tinha tocado mais cedo em outro palco com o Tutti Frutti) tocaram clássicos como “Bete Morreu”, “Hoje”, “Só o fim” e ”O Adventista”. O destaque vai para o sempre sensacional vocalista Marcelo Nova, falando o tempo todo com o público e os novos arranjos especialmente em “Negue” e em “Eu Não Matei Joana D´arc” que encerrou o set. A longa “Correndo o Risco” e “My Way” foram as surpresas. Feliz de quem estava mais perto do palco e querendo curtir o show porque lá atrás além de não conhecer ou dar a devida importância, muita gente só se preocupava em garantir lugarpara o “Velhas Virgens” que viria na sequência.
Veja “Simca Chambord” aqui:
Era quase 1:10 da manhã e qualquer deslocamento para outro palco ou simplesmente circular era quase como estar numa procissão, com a diferença de estar cercado de fanáticos mais legais. Fui para o Vale do Anhagabaú onde rolou performances de grupos de dança, com palcão e cadeirinhas e outros mais no meio do caminho com empilhadeiras e conteiners. Incrível a criatividade, foi bem legal ver. Passei antes pelo Teatro Municipal que era um dos únicos espaços que tinha telão porque dentro aconteciam as apresentações como do Tom Zé e fora a galera também acompanhava. Nos intervalos do show, filmes do Festival de Curtas de São Paulo.
Muito legais também foram as projeções que rolavam no prédio da Prefeitura , tinha várias.
Uma pausa para comer e depois fui pro palco da Conselheiro Crispiniano, lá a programação era de bandas de jazz ou instrumental. E sem a loucura das multidões, estava mais sossegado para curtir e fotografar.
2:30h Macaco Bong no palco. Foi a grande surpresa da minha programação já que não tinha mesmo a intenção de vê-los mas foi bom ter sido convencida e ter mudado de ideia.
O trio de Cuiabá/MT tem 5 anos de formação, mas já ganharam destaque em vários veículos por suas performances cheias de energia e por seu som nada convencional e muito bem executado. A banda já tocou em vários festival como Grito Rock festival (MT), Festival Calango (MT), Goiânia Noise Festival (GO), MADA festival (RN), 5º Festival Demosul (PR) e Laboratório Pop Festival (RJ). O disco lançado ano passado, Artista Igual Pedreiro, foi eleito o melhor disco independente de 2008 e antes disso receberam ótimas críticas da mesma Rolling Stone que concedeu o prêmio. “Bananas For You All” é uma das que fazem parte desse disco e que agitaram o bom público presente. Mais um show empolgante, com direito a corda arrebentada na guitarra do Kayapy e mosh dele e do baixista Ney na galera. Quem não conhecia saiu fã e feliz com a apresentação. Para quem não se prende sempre ao mesmos artistas, estilos e gosta de algo diferente, vale a pena ouvir.
Se a opção não era ver o tributo pro Tim Maia, nem tão pouco Chico César e o Beto Barbosa, o jeito foi andar para espantar o frio do início da manhã e ver o que rolava enquanto aguardava os shows a partir das 6h. Apesar de boa parte das pessoas terem ido embora ou estarem mais concentradas nos locais dos eventos, muita gente ainda estava na rua. Na São Bento e XV de Novembro eram os sons de DJ’s e eletrônicos que agitavam. Pouco empolgada para encarar, fui de novo fazer a peregrinação em busca de algo legal pra ver nos intervalos.
Saindo do Vale do Anhagabaú, passando pela Praça do Correio e subindo de volta em direção à República, passei pelo palco dos pagodes, que estava até que bem vazio, galera muito dispersada. As performances de artistas de rua eram meio de surpresa, você tinha que estar no lugar certo, na hora certa pra ver. Nem vi a sombra do palco da Luz (aquele do Raul) e continuei indo em direção ao Arouche. Antes disso passei pelo palco da São João, no palco gigante das bandas de reggae. Seis da manhã, Tribo de Jah no palco. A fumaceira não rolou muito forte mas acho que gente que esteve nesse evento que também aconteceu em SP, certamente ia curtir o show.
Fui em busca de um café já que dali um pouco quem estaria em ação era o Matanza. Café tomado, 6:50, totalmente dia de novo e de volta à República para ver os cariocas.
“Eu nunca pensei que ia dizer isso mas, bom dia, nós somos o Matanza“. Jimmy (vocal) abre o show assim e muita gente resistiu até aquele momento para vê-los. Os shows deles tem fama de violento onde o pogo pega pesado mas alguns cansados não se importaram de ver o show mais de longe. Para quem tava mais lá atrás, o Angus Young baixou nesse cidadão e ao som pesadão ele era o mais animado do local. Heróico “Eu não gosto de ninguém”, “Bom é quando faz mal” e “Ela roubou meu caminhão” foi algumas do set que foi grande e cheio de hits como os fãs gostam e muitos que estavam lá especialmente para vê-los não deixaram de cantar todas.
Veja “Clube dos Canalhas”:
Muito gente dispersou ainda mais depois do show deles e se estava muito cedo para o CPM e depois dessa porrada não queria encarar o Vanguart, o jeito era sair fora mesmo.
Sem pernas para encarar o rolê de descer para ver o que rolava nos outros palcos, fiquei eu e o Andreh Santos do Open File heróicamente esperando o CPM.
Incrível como a luz do dia revela o tanto de sujeira que o povo deixa atrás de si. Encontrava-se de tudo no chão, inúmeros cacos de vidro, peças de roupa, garrafas de plástico e lixo de toda natureza, mas ainda dava pra escolher um local menos sujo onde colocar os pés. Impossível usar qualquer banheiro químico, tarefa encarada numa boa por bêbados e nóias de plantão. Muitos veículos noticiaram que o clima lá na Praça da República estava tranquilo e que por volta de 4.000 pessoas, segundo a Polícia Militar, estavam em frente ao palco, mas cenas de vandalismo como essa, mesmo em má qualidade no vídeo ocorram por lá. Babaquice gratuita também na Virada.
Vanguart foi a trilha sonora para a conversa no intervalo entre um show e outro. E o surfista prateado estacionado para fotos era uma outra atração a parte. De noite teria sido mais bonito vê-lo mas tava legal mesmo de dia.
Sobre o Vanguart: a despeito de falar que a banda é ruim ao vivo, ou que é chata, digo que me surpreendi. Você pode até não gostar do estilo e confesso que não é o meu preferido mas o som estava quase de um CD e a galera bem empolgada para vê-los. “Semáforo” foi o destaque do set e a que fechou o show.
O Sol já brilhava forte e a enquanto mais gente ia embora, um outro tanto boquiaberto com a bagunça e sujeira ia chegando para ver o show do CPM. Muitas meninas e meninos novos de galera ou acompanhado dos pais se misturavam com os malucos e virados como nós.
Um pouco antes das 10h, o CPM entrou no palco, agitando o início da manhã de quem ia encarar a programação do domingo. No meu caso, foi o desfecho completando 12 horas de Virada.
Tempo curto e público variado foram certamente ingredientes que fizeram com que o show tivesse um set mais pop, com os hits radiofônicos como “Chegou a hora de recomeçar” que abriu o show. “Irreversível”, “Um minuto para o fim do mundo” e “Ontem” no set. Uma bola enorme tipo aquelas que rolavam no Hollywood Rock e Rock in rio, estilizada com o nome da banda, viajou nas mãos da galera por todo o espaço da Praça e chegou até a rua onde tava a parte da galera e voltou para a frente do palco intacta.
“Atordoado” foi o som diferente para os fãs já que poucos cantaram e “Escolhas, provas e promessas”, “Mais rápido que as lágrimas” e “Estranho no espelho” foram as que rolaram do Cidade Cinza. A música título fez falta e várias outras ficaram de fora mas o show foi legal e fechou com “Inevitável”.
Duas informações sobre esse show: não é a primeira vez que o CPM toca de dia. Estranho ver a banda falar bom dia e fazer o show que inclusive tinha iluminação (não entendi o porquê até agora), mas a banda já tocou em vários shows do Sesc e no Bem Brasil quando era de dia em horarios até mais cedo que esse da Virada e pra quem acompanha a banda há um tempo essa nao é a novidade.
E quem fez fotos e vídeos desse show é só entrar em contato com a banda fotolog eles vão postar alguns desses no site oficial, conforme o próprio Badauí (vocal) informou.
Confira aqui “Tarde de outubro”
Seguindo novamente para o Anhagabaú, o público já era outro, muitas performances de artistas de rua e estátuas vivas. Bravamente, ainda muita gente ainda encarava o bate estaca dos eletrônicos no Largo São Bento, encarando uma espécie de rave da virada.
Enquanto horas depois o Japinha (batera do CPM) era flagrado pela câmera da Globo no meio da torcida do Corinthians, algumas antes eu partia para a Zona Leste ver qual seria a do show do Dead Fish dentro do teatro do CEU Aricanduva.
Graças ao intrépido fotógrafo Marcos Bacon conseguimos as senhas para o primeiro show. Primeiro porque como o espaço lá é limitado para 450 pessoas por vez e no dia anterior o Cachorro Grande também teve o mesmo “problema” de excesso e fez um show extra. Então, certamente com o Dead Fish seria igual. Chegando lá, eram três filas diferentes - duas com senhas garantidas mais outra com a galera que ficaria no stand by para ser remanejada para o show extra.
Quem abriu o show foi o Sprint 77, trio formado por Nei (guitarra e voz), Ado (baixo) e Fidelis (bateria) e tem um punk cantado em português, estilo 365 menos politizado e essencialmente paulistano, falando das baladas, trânsito e coisas que só acontecem na cidade. “James Brown” foi o destaque do set e a única música disponível no myspace da banda. Foi um show até curtinho, com a galera ainda sentada e comportada assistindo. Mas a expectativa do que poderia acontecer e se o povo ia se conter e não invadir era iminente - uma certa tensão de leve no ar.
No intervalo de troca de palcos, no aúdio musiquinha japonesa, acústico do Rei Roberto e até Alexandre Pires gerando muitas risadas e gritaria geral. Mas a agonia durou pouco e luzes apagadas, a banda entrou e nada de ficar sentado. Todos assistiram nos seus devidos lugares mas impossível ver um show deles sentado. E eu, chique, vi na primeira fila.
Rodrigo (vocal) pediu para que a galera respeitasse o lugar e que apesar da estrutura adversa aquele seria o melhor show que estaríamos vendo na Virada. Um consolo para uma alma cansada e um aditivo que turbinou a empolgação dos presentes.
Surpreendemente abriram com a linda “Tupamaru” seguida de “Venceremos” e uma quase inaudível “Molotov”. Em “Iceberg” Rodrigo subiu o corredor no meio da galera e por vários momentos ficou com ela. “Noite” foi outra boa surpresa do set. A banda estava empolgada e o show foi como a grande maioria um som atrás do outro, sem muita conversa e sem poupar energia para o show extra que viria na sequência.
Alguns poucos incidentes de alguns querem subir ou chegar mais perto foram contidos pela equipe do CEU. O restante do set foi mesclado com sons novos como “Contra todos”, “Shark attack” e “Dialética” seguidos de sons mais antigos como “Siga” e “Um homem só”. “Autonomia” e a sequência final de “Descartáveis”, “Sr., seu troco” e “Você” empolgaram o público que nessa última ensaiou até um mosh no lado direito do palco deixando a organização do CEU, pouco acostumada com isso, assustada. Mas as tiazinhas lá se empolgaram, curtiram e ensairam uma dancinha contida com a performance da banda.
A primeira leva saiu feliz da vida, algumas entraram novamente na fila para o próximo e a maioria (como eu) foi para a casa descansar ou assistir algum dos jogos da final dos campeonatos estaduais. O show extra foi um set diferente, mais calcado em sons antigos mas não menos empolgante que o primeiro.
4:18 da tarde do dia 3 de maio, final do show, final da cobertura.
Lição que eu tiro da Virada? Use calçados confortáveis, vá com uma galera legal e disposta a assistir a atrações diferentes, leve agasalhos, dinheiro e ache um local limpo e sossegado para descansar, comer e recarregar as baterias para encarar a maratona. Tem gente de todo o tipo com as mais diversas intenções, tem que estar no clima de, guardada as proporções, encarar o style woodstock do evento.
Apesar dos cortes de verba e das limitações dos shows de punk/hardcore terem sido cancelados e ter rolado um HC fest tímido e sem programação empolgante muito longe dos grandes eventos , escondido até na própria programação, valeu a pena. 2010 sendo nesse nível ou melhor, estaremos lá.
Aqui mapa da virada para saber como foi o roteiro. Imagens, comentários e vídeos de tudo da Virada aqui, melhor até que o site oficial. Mais fotos do CPM e do evento aqui.
TOUR GRINGA DO PHONE TRIO
Depois de tocar com o No Use for a Name por aqui, começa hoje a tour dos cariocas do Phone Trio na Argentina. A banda fará 4 shows por lá e um no Uruguai. Dia 10/05 a banda já está de volta para mais shows no Rio e em São Paulo. Acompanhe as novidades dessa tour no fotolog ou no Twitter .
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DULL KIDS COMEMORA 10 ANOS
Os mineiros do Dull Kids comemoram nesse fim de semana 10 anos de banda. Para esse show especial, estão de volta com a sua formação original, que conta com Marco também baterista do U-Ganga . Desde 2004, quando foi lançado o CD “Evitando conclusões”, eles não lançam algo novo. Há planos de um novo CD (ainda sem data) que também sairá pelo selo Incêndio Discos. Mais infos desse show no fotolog da banda.
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ABRIL PRO ROCK NO TWITTER
Um dos mais importantes festivais de rock do Brasil aderiu ao Twitter para contar as novidades minuto a minuto desta 17 edição.
O festival começa hoje e, além das várias atrações regionais, tem o Motorhead fazendo o primeiro show da nova tour brasileira e encerrando a primeira noite no palco principal.
Já estão disponíveis vídeos da chegada deles no aeroporto, passagens de sons e e tudo que está acontecendo. Siga aqui.
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ILL NIÑO NO BRASIL
Quem desembarca no Brasil em junho é Ill Niño. Formado pelos brasileiros Cristian (voz) , Daniel (percussão), os americanos Diego (guitarra), Ahrue (guitarra) ,Lazaro (baixo) e o peruano Dave (bateria), é a primeira vez que a banda de nu metal de New Jersey tocará aqui. Os shows farão parte da tour que promove “Enigma”, último album lançado em 2008. Já tem um show confirmado em SP no Espaço Lux dia 14/06. Há datas ainda a confirmar no Rio, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Santos. Para esse show de SP, os ingressos já estao à venda.
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SOM NOVO DO ABULIA
Depois de um tempo sem lançar algo novo, o Abulia disponibilizou no myspace um dos sons que fará parte do primeiro CD deles. A música é SXJXCX HXC e tem a participação do Bruno do Alianzza.
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DOWN BY LAW EM TOUR BRASILEIRA
A banda americana Down By Law estará de volta ao Brasil e fará uma extensa tour no mês de maio. Além de apresentar sons novos já disponíveis no myspace, os grandes sucessos não ficaram de fora. Os shows estão previstos para acontecer em Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Santos e Criciúma. Mais informações e todas as datas no site da produtora.
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NUESTRA FAMILIA FEST II Sem o In Other Climes (FRA) que infelizmente cancelou os shows no Brasil , os organizadores se mobilizaram e vão promover a segunda edição do festival Nuestra Familia que rola dia 31/05 e terá no line up:
MUKEKA DI RATO
PAURA
GARAGE FUZZ
EAST SIDE SYNDICATE
FIM DO SILENCIO
STILL X STRONG
ONE TRUE REASON
GAIA
Tudo acontece em Ferraz de Vasconcelos/SP.
Entrada: 1 livro (EM BOM ESTADO)
Local: Salão Hugo Mazzuca “Complexo Poliesportivo Turcão”, a partir das 14hs. Mais infos aqui.
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HELLSAKURA EM TOUR NO JAPÃO
No dia 2 de maio começa a Japan Tour 2009 do Hellsakura. Serão 5 shows com várias bandas incluindo o Kamisori, com quem já dividiram um split ano passado. Enquanto não há previsão de shows por aqui, uma nova versão da música “Hate” está disponível no myspace da banda com Rafael e Yamagami Sam da Cop Band tocando as guitarras, substituindo o som da versão original.
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VIRADA CULTURAL EM SP
Nos dias 2 e 3 de maio acontece mais uma Virada Cultural em São Paulo. É o quinto ano consecutivo do evento na cidade e como de costume, as atrações são inúmeras e para todos os gostos e tipos de público.
Entre os destaques está o HCSP Fest 2 com as bandas Norte Cartel, Total HXCX, Sangue no Zoio, entre outras e o Palco Punk no Mercado Municipal que terá as bandas 88 Não!, Cólera, Garotos Podres, DZK e os brasilienses do Destrito Federal e o DFC. Programação completa, histórico do evento e todas as informações no site oficial.
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ULTRAJE A RIGOR NO MYSPACE
Os veteranos do Ultraje se renderam ao myspace e disponibilizaram três sons inéditos. “Nossa, Que Cabelo Bonito!”, “Vida de Bebê” e “Amor” já estão lá também para download. Clique aqui para ouvir e baixar.
Até breve com mais notícias do que rola no rock.
Autor
Athos Moura é jornalista, músico e sócio da A&R Produções. Gosta de ler e falar sobre história, política e música. Caso queira entrar em contato só mandar um email.