No último sábado, dia nove de janeiro, a banda Zander fez o seu primeiro show do ano. E foi na Garagem de Realengo, no Rio de Janeiro. Confira abaixo o vídeo e veja como foi o show. Além de saber sobre a nova formação da banda e uma possível volta do Noção de Nada.
Vocês já leram milhares de resenhas do Zander aqui no site. Ok, a banda é boa, os shows são bons, mas não é muito legal ficar repetindo pauta. Dessa vez resolvi fazer diferente. Ao invés de fazer vocês lerem, vou fazer vocês assistirem.
A banda se apresentou neste domingo (09/08) no Teatro Odisseia, no Rio de Janeiro, no Festival Faça Você Mesmo. Compareci e filmei todo o show. Ele está dividio em oito partes. Aproveitem!
De volta às terças e com muitas novidades no ar. Confira!
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Estreia amanhã, dia 2, na MTV, o clipe da música Pólvora do Zander. O vídeo vai ao ar no LAB BR que passa de 11h ás 12h. Quem quiser que Pólvora passe mais vezes na programação da MTV basta encher a caixa de e-mails deles pedindo o clipe.
Conversei com Gabriel Zander (Bil) e Leonardo Mitchell (Leo), respectivamente, vocalista/guitarrista e baterista do Zander. Nesse papo você fica por dentro das novidades que virão. Além de um desabafo de Bil. Vejo isso e tudo mais abaixo.
O Zander é uma banda formada por pessoas que já tiveram inúmeras bandas. Muita gente sabe disso, mas só sabem das bandas do Bill e do Phill. Por quais bandas os integrantes do Zander já passaram ou ainda tocam?
Leo - Vou falar o que eu sei. É difícil falar pelos outros. Mas o Guta tocava no Dandara e no Deluxe Trio. Imagino que ele tenha tido outras bandas antes também. Sei que ele se amarra numa viola. O Sanfona tocava no Dirty Shoes, no Discoteque, no Nipshot e no Noção de Nada. Atualmente ele toca no Malni e no Lelê Gins também. Eu toquei com várias galeras, muito por ter morado em vários cantos. Vou citar aqui o Viver Mata, a Dorothy, a Dever de Classe e a amhheosdopf. Mas atualmente toco no projeto do Malni e no Zackarias Nepomuceno também. O Bil, além do Noção de Nada, Deluxe e Discoteque, tambem tocava no Melissa e no Bomba de Nêutrons. Essa última ele me disse ontem, tomando um cafézinho. O Phil tinha o Reffer e toca no Dead Fish.
Vocês lançaram o EP “Em Construção”, na mídia SMD, que é mais barata. Qual a repercussão que o disco está tendo? Tanto as músicas quanto a venda pelo baixo custo.
Bil - Bastante gente tem comprado o disco nos shows, acho que hoje em dia o disco é mais como uma lembrança, o cara vai no show, gosta e quer levar uma lembrança daquele momento ali pra casa, porque certamente ele já baixou tudo na net. Então é mais pela arte ali, as letras e principalmente poder levar um pedacinho daquele dia ali pra casa que o cara vai lá e compra. Até porque porra, 5 reais né? Vale a pena. Tem o cara também que viu a banda ali pela primeira vez e compra o CD pra lembrar da banda depois. Mas o lance mesmo forte é pelo MP3 mesmo gratuito na net, a gente fez sei lé, 6 ou 7 shows, todo mundo já cantava todas as músicas, até músicas que não tem no CD e tem só em vídeo no Youtube, é impressionante, estimulante também. Aquele lance do cara ir na loja ou encomendar e comprar pelo site, isso meio que já era, é uma pena, mas é uma realidade e a gente tem que encarar, tem que se adaptar, num dá pra ficar choramingando dizendo “antigamente que era bom”, “bom mesmo era o vinil”, Sabe? Realmente era legal, quem quiser comprar, ainda taí, mas o acesso ao que realmente nos interessa, que são as pessoas terem e escutarem nossas músicas, isso aumentou e muito, o que ao meu ver é excelente.
No último show (Paranaguá) vocês tocaram sem o Phill, por ele ter show com o Dead Fish. Vocês estão evitando que isso aconteça mais vezes ou estão trabalhando com a hipótese de na maioria dos shows serem um quarteto?
Bil - A gente vai sempre fazer o possível pra ter o Phil em todos os shows, é lógico. Ele faz parte da banda, é um grande amigo e incrível músico, só acrescenta em todos os sentidos. Porém o Dead Fish é o trampo principal dele, a gente sempre soube disso, respeita e compreende. Então se acontecer de acharmos que é importante e válido fazermos algum show sem ele, faremos sem problemas, isso já foi acertado e discutido entre a gente. Porém não é um objetivo nem algo que a gente queira, simplesmente algo que fatalmente acontecerá enquanto ele precisar que seja assim.
Em que pé está o novo EP? Tem previsão de lançamento?
Bil - Estou terminando de compor algumas letras e gravar os vocais. Faltam ainda umas duas guitarras também e depois o processo de mixagem e masterização. Como faço no meu estúdio, o SUPERFUZZ, infelizmente preciso dar prioridade aos trampos dos meus clientes e quando sobra um tempinho ai sim aproveito pra trampar nos meus projetos pessoais. Por isso num dá pra contar muito com prazo, mas acredito que nos próximos shows, em junho, já estaremos pelo menos com algo novo na Net.
Vocês gravaram o clipe da música Pólvora. Por que a escolha dele e como está a veiculação dele? Apenas no Youtube?
Bil - A gente tinha a ideia do lance do dinheiro por causa da letra, que fala um pouco de como o dinheiro pode atrapalhar e estragar momentos e relações bonitas ao mesmo tempo que é indispensável e precisamos dele pra tudo. Dai foi meio que natural, além da gente achar que seria uma boa música pra apresentar a banda. Por enquanto está só no youtube e vimeo, mas estamos mandando pra vários lugares e em breve estará também em programas na TV aberta de alguns estados e também programas virtuais e sites que abram espaço para divulgar videoclipes.
(Veja o clipe de Pólvora)
Existe uma “lenda urbana” de que todas as bandas que o Bil toca acabam. Como que é isso para os integrantes da banda e como passar uma imagem diferente para os fãs?
Bil - Da minha parte acho isso ridículo, quero que se foda essa lenda. As minhas bandas são na verdade uma só, as minhas músicas eu continuo fazendo do meu jeito, escrevendo as coisas que eu quero e preciso falar, colocando pra fora tudo aquilo que explode dentro de mim. O que muda são as pessoas que estão no momento comigo e interagem de sua forma, colocando suas personalidades e sentimentos naquilo também o que faz com que cada banda seja diferente, não sou eu que penso essa banda vai ser assim e essa vai ser assado, eu sempre componho e escrevo do mesmo jeito e a forma que isso toma é que varia conforme as pessoas envolvidas. Ou seja, eu nunca parei e nunca vou parar e de cada 5 caras que me enchem o saco com isso, outros 5 ou até 10 entendem e continuam acompanhando e me incentivando com a mesma intensidade, troca e identificação de sempre. Então acho que a pergunta deveria ser por que as pessoas param e o Bil continua? E não, por que o Bil acaba com tudo? Eu to ai, ainda, até hoje, então não fode com esse papo de lenda urbana. Quem quer continua, quem não quer para, simples assim.
Leo – Essa história de lenda urbana é realmente engraçada. Acho que o que rola é que as bandas do Bil foram bandas queridas por muita gente, e por isso a galera sente mais a perda e acaba falando esse tipo de coisa. A verdade é que todas as bandas acabam, uma hora ou outra, por diversas razões, de questões de convivência e gosto musical ou mesmo pra seguir em frente nessa vida. Acho pior as bandas que já acabaram e não perceberam ainda. Mas no caso do Bil, é um prazer enorme tocar e conviver com ele. Já aprendi muita coisa com ele e sei que vou aprender muito mais.
Quais os próximos passos da banda? Bil - Terminar o disco em primeiro lugar, nos organizar melhor pra ensaiarmos mais e terminarmos uma porrada de músicas novas que temos em andamento. Fazer mais um clipe pro disco novo. Ir ao nordeste, ir até o sul, onde tiver gente querendo nos ver tocar. Nos estruturar um pouco melhor pra poder viajar e fazer shows, tá foda ter que explicar que precisamos de 3 amplificadores de guitarra pra fazer o show acontecer ao mesmo tempo que não temos uma estrutura para levar os nossos, então isso infelizmente é algo que as vezes impossibilita de verdade tocarmos em algumas cidades, infelizmente. Estamos fazendo o possível pra solucionar isso e podermos mostrar nosso show com a qualidade que o pessoal que vai nos assistir merece. Também estamos providenciando um site pra poder juntar num mesmo espaço todas as informações sobre a banda.
Deixe o recado para os fãs.
Bil - Valeu ai mesmo Athos pelo espaço, valeu todo mundo que tem ido aos shows, comprado o disco, baixado as músicas. Ao nosso fiel Street Team que nos motiva cada dia mais a continuar com toda essa loucura que todo dia me faz me perguntar como é que foi que chegamos até aqui? Obrigado pelo carinho e suporte, nos vemos por ai !!!
Leo – Queria deixar os links da banda também. Que a galera fique a vontade pra entrar em contato. Ás vezes não rola de responder na hora por ter trampo lá no SUPERFUZZ, peço compreensão aí, mas certamente vamos responder. Grande abraço pra você Athos e pra rapeize toda.
DEAD FISH E GARAGE FUZZ DE GRAÇA No próximo domingo, dia 12, em comemoração ao Dia do Jovem, haverá show de graça do Dead Fish e Garage Fuzz na Pista de Skate em São Caetano/SP. Além deles, tocam também as bandas Lipstick e as duas vencedoras do concurso que foi feito pela organização para escolher bandas locais para abrir esses shows, Remaining e Mewhouse. Os shows começam as 14h, mais informações aqui.
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LANÇAMENTO DO LIVRO “GRUNGE IS DEAD” Saiu no último dia 5 o livro “Grunge is Dead: The Oral History of Seattle Rock Music” (O Grunge está morto: A história falada do Rock de Seattle)”, do jornalista americano Greg Prato. A data de lançamento coincidiu com o 15º aniversário de morte de Kurt Cobain, líder do Nirvana. Foram 3 anos de pesquisas e 130 entrevistas, entre elas, com Chad Channing (ex-Nirvana), Eddie Vedder (Pearl Jam), Duff McKagan (ex-Guns n’ Roses) e o produtor Jack Endino.
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DERCY GONÇALVES EM TOUR A banda paraense Dercy Gonçalves está de malas prontas para a tour Old Reumatic Violence. Eles passarão por Tocantins, Goiás, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. As datas estão abaixo:
TERÊ MOSH EM TERESÓPOLIS No próximo dia 19 acontecerá o Terê Mosh. O evento ocorrerá na cidade de Teresópolis na região serrana do Rio de Janeiro. Abaixo segue as informações.
Dia: 19 de Abril - Domingo - a partir das 13:00h
Local: Tropicana (em cima do CNA - próximo a prefeitura)
Entrada: R$ 5,00 (homem) R$ 3,00 (mulher)
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RASTA KNAST E AGRROLITES NO FINAL DE ABRIL A banda de punk rock alemã Rasta Knast tocará no Rio de Janeiro no dia 26 de abril. A apresentação será no Teatro Odisséia. Os americanos do Aggrolites abrirão a noite. Os ingressos custam R$50 no dia, mas quem quiser garantir um desconto e pagar só R$30, acesse: www.radiolarecords.com.br/clubska, preencha o formulário, escolha o Plano Basic, imprima o comprovante e apresente na entrada do show.
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NOVO SOM DO EARTH CRISIS O novo disco do Earth Crisis, “Against the Current”, será lançado oficialmente no dia 5 de maio. Mas os fãs já podem ter uma prévia dos sons do Myspace da banda, onde algumas músicas foram disponibilizadas.
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ZANDER AO VIVO SÓ EM MAIO
Depois de passar por São Paulo, Belo Horizonte e Paraná, o Zander dá um tempo nos shows do EP “Em construção” para gravar um novo EP e retornar os shows somente em maio. Algumas das músicas que estarão nesse novo CD já estão sendo executadas nos shows como “Vinheta” e “Balada nova” que, até o momento tinha esses nomes como provisórios. Confira o show que rolou em São Paulo e vejo os vídeos de algumas delas.
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FAMINE DISPONIBILIZA MÚSICAS NOVAS NO MYSPACE
Os irlandeses do Famine lançarão dia 8 de maio seu álbum de estréia entitulado “Every road leads back here”. As músicas “The walking dead” e “2008″ que estarão nesse CD já estão no msypace.
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DEFINIDA DATAS DO DIAS DE GUERRA
Acontecerá no Rio de Janeiro, capital, o Festival Dias de Guerra que já tem duas edições marcadas. A primeira será dia 18 de abril no Parada Alternativa, em Sulacap. O segundo será dois dias de shows, na Audio Rebel, em 1 e 2 de maio. Maiores informações, clique aqui.
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THE GOODFELLAS TOUR As bandas paulistanas One True Reason e Corleone estão excursionando pelo sudeste com a tour GoodFellas. Para ficar por dentro das datas e conhecer mais das bandas acessem o blog da tour.
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Para enviar sua nota basta preencher o formulário disponível na barra de menu do site.
O clipe da música “Pólvora” do Zander, que também está no EP “Em Construção”, teve sua estréia no começo de março mas a festa do lançamento oficial dele foi anteontem no Espaço Impróprio. Tirando que tudo aconteceu em plena quinta-feira, a sorte foi de quem não precisou enforcar a faculdade e tava com tempo livre para ir curtir o show.
Como a divulgação foi de que ficariam somente 100 ingressos (o suficiente para deixar o Impróprio intrasitável) vendidos somente na hora, fez com que muita gente saisse logo do trampo ou chegasse mais cedo para não perder o lugar. Tinha ainda pouca movimentação por volta das 20hs. E se nesses momentos de espera vira uma incógnita descobrir se o tempo ou é vilão ou aliado, o fato é que precisou um tantinho de paciência para aquietar os ânimos e o jeito era sentar e esperar o local abrir e ver o que iria acontecer. O problema foi ver o relógio chegar perto das 22 e nem o Zander nem o público aparecerem, as portas ainda fechadas e poucos felizardos - aqueles que estavam lá fora por voltas das 20hs como eu - já esperando dentro enquanto nada acontecia.
Marcado para começar às 21:30, foi só por volta das 22:15hs que o Gigante Animal começou a tocar. O Gigante tem basicamente na formação os mesmos integrantes que tocavam no já extinto College e estão juntos desde 2006.
Depois de uma pausa eles retornam aos shows e fizeram janeiro passado uma extensa tour pelo Nordeste com datas em várias cidades. O estilo deles na verdade não é o que costuma agradar o público de rock. Mas fãs do Eu Serei a Hiena e outras bandas mais alternativas no estilo do Vanguart vão curtir. E Los Hermanos vir diretamente na lembrança como referência não é mero acaso. O importante é se propor a ouvir sem preconceitos. No caso de muitos, apesar de muita boa vontade, só prolongou a expectativa de ver logo o Zander. Tocaram vários sons próprios entre eles “Conjuntivite” e “Agora tanto faz” que estão no myspace .
Por conta do atraso, ficou pouco tempo para o Zander poder improvisar e ir além do que estava programado e fazer um show deles mesmo, mais tranquilo, sem ser mais uma na escalação com mais bandas , o que é legal mas sempre limita o show a poucas músicas. E para quem não curtiu como deveria ou mesmo não viu nos dois dias em que tocaram com o Dead Fish no Hangar, foi uma boa oportunidade. A casa não lotou como se esperava mas o público compareceu e cantou todas. E já que era um show só deles, era de se esperar alguns, mais do que aqueles ou todos os covers que rolaram no Hangar e tem sido frequente no set list.
Abriram com o “Ar” seguida por “Battlefield” (ambas do EP) e a “Balada nova”, uma das novas, como o nome já diz, que deverá estar no próximo lançamento, que segundo o Bil (vocal), não tem previsão ainda. Mas sempre tem a internet que nos salva e você já encontra várias versões do som ao vivo, inclusive aqui, nos links abaixo.
“Just Don´t Say You Lost It”, cover do Hot Water apareceu de surpresa no meio do set e fez a galera cantar alto e com um sorrisão largo na cara. “Em Construção” foi a próxima. Sensacional mas não menos lindona que “Depois da enchente” com todo mundo cantando à capela parte do refrão.
E enfim, a música motivo da festa cantada em uníssono. O clipe, para quem não lembra, foi gravado nesse mesmo Impróprio em outubro de 2008. E não por acaso foi escolhido para ser lançado lá.
Quase meia noite no relógio e quem não podia correr o risco de ficar sem metrô saiu fora; quem ficou ainda ouviu a cover de “The One I love” do REM e “Dezesseis” que encerrou o show.
Foram 11 músicas e satisfação total de quem pode estar lá. Mas não, não matou a vontade ainda e não teve cover do Noção dessa vez. E infelizmente o clipe também não rolou lá. Mas é sempre bom vê-lo, mate as saudades aqui. Estamos ainda em abril mas posso quase afirmar que, seguindo as previsões do final do ano passado, o Zander é sim a grande banda de 2009. A não ser algo realmente surpreendente aconteça - o que honestamente duvido - talvez não nas mesmas proporções. Calor, banda animadíssima, fumaça de cigarro, correria, amigos, valeu tudo! Qual o próximo mesmo aqui em SP?
Assista alguns vídeos do show abaixo. A gravação foi feita por Renan Girodo, que disponibilizou todo o show no youtube, passar ver, clique aqui.
A banda Have Heart voltará ao Brasil em juho. Os americanos farão uma tour pela América do Sul ao lados do Shipwreck. Eles farão apenas um show no Brasil, dia 14, em São Paulo. Abaixo todas as datas.
06.06 - Bogotá - Colômbia
07.06 - Lima - Peru
12.06 - Santiago - Chile
13.06 - Buenos Aires - Argentina
14.06 - São Paulo - Brasil
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A banda Blitzkid confirmou show em São Paulo. Conforme recentemente divulgado na comunidade da banda no Orkut, os americanos de Virgina, considerados como a melhor banda de horror punk da atualidade, tocam em São Paulo dia 27 de junho. Será uma única apresentação e a data já está na agenda de show’s no myspace. Segundo a nota, o baterista que virá acompanhar a banda nesse show será Slim Jim Phantom do Stray Cats.
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Os argentinos do Nueva Etica também retornam ao Brasil. Eles faram três shows no início de abril em Piracicaba, Brasília e São Paulo, nos dias, 3, 4 e 5, respectivamente. No show de São Paulo, no Hangar 110 serão gravadas cenas para o DVD da banda.
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Falando em DVD, já estão a venda os ingressos antecipados para a gravação do DVD do Confronto. Quem quiser se adiantar e pagar R$15 deve procurar as lojas Flame, 255 e Vegan Pride, todas na Galeria do Rock.
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Quem perdeu as apresentações do Zander em São Paulo terá mais uma chance. O grupo se apresentará dia 2 de abril no Espaço Imprórpio. Abaixo o serviço do show.
Hoje (27/3) a Blockin´Rock Beats, festa promovida por Thiago DJ vai comemorar três anos de vida. Realizada na Toy Lounge, além do show do Pacific fazendo cover do Sublime, vai rolar a Expo Revolback & Luiz Trezeta, uma exposição coletiva do vocalista do Questions Edu a.k.a Revolback e do fotógrafo Luiz Trezeta - dois talentos que vem conquistando cada dia mais espaço no underground paulista e brasileiro. Ambos estarão apresentando seus trabalhos mais recentes. A Block Rockin Beats rola toda sexta. Para saber mais acesse, http://www.fotolog.com/blockrockinbeats. Mais do trabalho do Thiago DJ, clique aqui.
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Nesse domingo o Projeto Open File fará mais um encontro de fotógrafos para um passeio e desta vez será em Paranapiacaba. Se você está em SP e tem uma câmera é só comparecer.
O Open File foi criado este ano pelos fotógrafos Andreh Santos, Sueliton Lima e Felipe Ramalho com a ideia de agregar pessoas e cada um criar o seu próprio conceito, através das lentes, do mesmo espaço comum e possam através do seu olhar, relatar seu ponto de vista através de suas criações.
Para participar não precisa pagar, fazer inscrição ou ser profissional, basta ter uma câmera e estar disposto a aprender, dividir experiências, fazer amigos, se divertir e claro, fotografar.
Mais do projeto e as infos sobre os encontros, aqui.
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Novo do Strung Out em março.”Prototypes and painkillers” já tem data para sair. Conforme divulgado pela gravadora Fat Wreck Chords (http://www.fatwreckchords.com), o álbum está previsto para sair dia 31 de março.
O disco terá 25 músicas e será uma compilação de singles e raridades. A exemplo do “The Skinny Years: Before We Got Fat in 1998″, outro álbum da banda nesse gênero, nesse lançamento os californianos darão a sua versão hardcore cheio de raiva para “I’m Not A Loser” do Descendents e “Bark at the moon” do Ozzy Osbourne.
O último disco, “Blackhawks Over Los Angeles” foi lançado em 2007 e os fãs, anciosos esperam para ver o que virá dessa junção de punk, rock e metal que só bandas como Strung out tem personalidade para fazer. A faixa “Lost motel” já está disponível para download aqui.
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Mudança nos shows de reencontro do A-OK. Como foi noticiado aqui no site em primeira mão, as apresentações serão dia 28 de junho. Durante a tarde eles tocam no Studio G, em Santos. E a noite se apresentam no Tribo House, Em São Paulo.
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A selo Kaska Krosta lançou o split das bandas Te Voy A Quebrar, do Rio de Janeiro e O Cúmplice de São Paulo. Para adquirir uma cópia é só acessar: www.kaskakrosta.wordpress.com/distro/
A banda Dead Fish fez o show de lançamento do disco Contra Todos, na última sexta-feira, dia 6, no Circo Voador, Rio de Janeiro. A festa foi importante por trazer de volta o Nitrominds ao Rio, o primeiro show do Zander e também por mais um show do Confronto, melhor banda do estado, no Circo.
A noite começou com a primeira apresentação do Zander Blues. Formada por ex-membros do Deluxe Trio, Reffer, Noção de Nada e Zackarias Nepomuceno; e o atual Dead Fish. Não seria surpresa encontrar uma banda coesa, bem ensaiada e com ótimas músicas. É uma banda do Bill, ou seja, parecida com todas as outras, mas é diferente. É complexo explicar, não é o Noção, como não é o Deluxe, mas podemos perceber as duas bandas nas músicas do Zander.
O Circo estava relativamente vazio, mas o público presente foi participativo. Tocaram músicas no EP Em Construção, como Pólvora, que tem um vídeo clipe lançado recentemente, e a faixa que dá título ao EP. Além de tocarem um cover da banda R.E.M, The One I Love.
Na sequência veio o Confronto. Pela terceira vez no melhor palco do Brasil. Já habituados, fizeram talvez o melhor show do noite. Mostraram uma prévia do que será a gravação do primeira DVD da banda, dia 25 de abril no Jabaquara, em São Paulo. O show foi baseado no novo CD, Sanctuarium. Músicas como Santuário das Alams, Abolição estiveram presentes no set. Com a casa bem mais cheia, o público cantou, dançou e se divertiu com a banda. O show foi encerrado com o grito de guerra do Confronto, Negação.
Após, uma das maiores maldades que já vi no rock. Nitrominds no palco, são 13 anos de histórias, muitos lançamentos e ótimos shows na bagagem. Mas o que o operador de som fez com eles foi um tremenda de uma sacanagem. Para quem não ficou no pogo e quis apreciar o show de longe pode perceber. A guitarra ficou inaudível, o baixo estava extremamente alto e a bateria simplesmente fazia o chão tremer.
Chegou á um ponto que algumas pessoas estavam pedindo pelo amor de Deus para o show acabar. Os tímpanos já doíam. Todas as boas músicas da banda foram prejudicadas por causa de um descuido.
Dead Fish no palco, muitas pessoas se aglomeraram na frente do palco. Com a frase clássica eles entram em cena. “Olá, Nós somos o Dead Fish de Vitória” e já mandaram a dobradinha Venceremos e Não, do novo disco, Contra Todos. Logo de cara podemos sentir uma diferença na cozinha da banda. Como Rodrigo disse em uma entrevista que me concedeu alguns dias atrás, o cara é um relógio tocando.
O exemplo de irresponsabilidade e idiotice era tal que pessoas subiam no palco, desfilavam, tentavam agarrar os integrantes e o pior, tentavam tirar fotos com os caras. Em um momento enquanto Rodrigo cantava, um rapaz tentou tirar uma foto com o celular e o vocalista deu um tapa no telefone, veja o vídeo aqui.
O show se desenrolando e os problemas foram acontecendo. O som também não estava grandes coisas. Mas era o de menos. O público, podemos dizer, meninos e meninas, criados á leite com pêra, fizeram o favor de mostrarem o quanto infantis são prejudicando um show que era aguardado por muito tempo por muita gente.
Com isso o show foi ficando desanimado, por parte dos integrantes mesmo. Ao invés de se preocuparem em tocar tinham que correr do público. Mesmo assim a banda deu o melhor de si. Foi bacana quando tocaram Iceberg, penúltima canção do set, no fim da música Rodrigo largou o microfone no palco, foi para a pista e cantou junto com os fãs. O show teve quase 30 músicas e foi encerrado com Queda Livre, do disco Zero e Um.
PS1. Em todos os shows do Dead fish que cobri no Circo voador eu fiz críticas, que vocês podem ler, aqui, aqui e aqui, aos seguranças do Circo Voador. Nesta resenha preciso parabenizá-los. Os dois que atuaram no show tiveram uma postura condizente ao seu posto. Não agrediram ninguém e entenderam que estavam em um show de hardcore.
PS2. Amanhã, aqui no site, um pequeno manual de como se comprar em um show do Dead Fish no Circo Voador.
Athos Moura é jornalista, músico e sócio da A&R Produções. Gosta de ler e falar sobre história, política e música. Caso queira entrar em contato só mandar um email.